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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Brasil, Intervenção Militar, Guerra Cultural e alguns porquês...

Uma amiga de longa data, guerreira, declarou-se "desapontada" comigo e outros "guerreiros"... Desistimos da luta?

Não, claro que não!

Mas nem todas as lutas são travadas no campo de batalha. Os tempos exigem estratégias sutis. 

Minha resposta:
"Que bom você tocar nesse assunto... Há algum tempo queria falar com alguém a respeito, mas parecia que ninguém notava a mudança. De fato, afastei-me do "front". Porque?

No final de 2015 declarei-me cansado de uma luta infrutífera de dois anos. Mas algo aconteceria este ano, e da maior importância: fiz o curso de Política e Cultura Brasileira com o Professor Olavo de Carvalho! Foi possível ver, então, a "parte submersa" do monstro. E é muito maior do que imaginamos. E foi possível ver com clareza porque os militares não se aventuraram. E nem deveriam. Mergulhariam o país numa guerra civil sem precedentes de resultados imprevisíveis. 

Encurtando, o que temos hoje é a guerra cultural. Necessária, este é o caminho. Capitaneada pelo Juiz Sérgio Moro com o apoio das pessoas honradas deste país.
E estamos vencendo. Os crápulas estão cada dia mais encurralados. E os guerrilheiros deles, treinados para a guerra civil, estão ociosos. E custa caro, muito caro mantê-los. Cortando a veia de recursos deles, cairão naturalmente.


Não é um caminho curto, eles dominam as escolas, principalmente as universidades. Conquistaram isso em 40 anos de trabalho metódico e continuado, sem resistência. Creio, levaremos muito tempo para reverter.

Mas, será feito, de uma forma inteligente, brasileira, sem derramamento de sangue inocente".

quinta-feira, 26 de maio de 2016

PT admite que queria dar golpe!

O partido comunista disfarçado, caído, finalmente mostra a que veio! Admite que pretendiam dar um golpe "a la Chavez".


Rui falcão
Leiam o que escreveu Eliane Cantanhede:

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, reagiu com irritação à Resolução do Diretório Nacional do PT sobre Conjuntura, aprovada na última terça-feira, em que o partido, em meio críticas à própria atuação e ao governo Dilma Rousseff, incluiu um “mea culpa” por não ter aproveitado seus 13 anos no poder para duas providências em relação às Forças Armadas: modificar o currículo das academias militares e promover oficiais com “compromisso democrático e nacionalista”.
“Com esse tipo de coisa, estão plantando um forte antipetismo no Exército”, disse o comandante ao Estado, considerando que os termos da resolução petista _ e não apenas às Forças Armadas _ “remetem para as décadas de 1960 e de 1970″ e têm um tom “bolivariano”, ou seja, semelhante ao usado pelos regimes de Hugo Chávez e agora de Nicolás Maduro na Venezuela e também por outros países da América do Sul, como Bolívia e Equador.
Segundo o general Villas Boas, o Exército, como Marinha e Aeronáutica, atravessam todo esse momento de crises cumprindo estritamente seu papel constitucional e profissional, sem se manifestar e muito menos sem tentar interferir na vida política do país. Ele espera, no mínimo, reciprocidade. Além dele, oficiais de altas patentes se diziam indignados contra a resolução do PT. Há intensa troca de telefonemas nas Forças Armadas nestes dois últimos dias.
Eis o parágrafo da Resolução do PT que irritou o Exército, na página 4 do documento:“Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de 5 verbas publicitárias para os monopólios da informação.”

Do que escapamos!
Se esses malditos conseguissem, transformariam o Brasil numa Venezuela continental.