Os prejuízos aos funcionários públicos são enormes.
O Projeto trará arrocho salarial, pois proíbe reajustes ou adequação de remuneração a qualquer título aos servidores que há anos não recebem as devidas reposições salariais e impede também a progressão em planos de cargos e carreiras.
Com a aprovação do PL, quinquênios, licença prêmio, férias e licenças em pecúnia também ficam proibidos, além de aumentar de 11% para 14% a contribuição previdenciária do servidor.
Quem apoiou o impedimento (e consequente manutenção do atual quadro político) deve estar satisfeito?
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
Intervenção Militar - Porque não acontece?
Porque a Intervenção Militar, tão solicitada nas redes sociais não acontece?
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
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| Arena, Porto Alegre |
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
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| UFRJ |
Intervenção Militar - Porque não acontece?
Porque a Intervenção Militar, tão solicitada nas redes sociais não acontece?
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
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| Arena, Porto Alegre |
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
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| UFRJ |
sábado, 5 de março de 2016
Nós, o povo
"Somos nós, o povo, que dizemos ao governo o que fazer, e não o contrário. Nós, o povo, somos o motorista, e o governo é o carro e somos nós que decidimos para onde ele deve ir, por qual rua ou estrada e em que velocidade.
Quase todas as constituições do mundo são documentos nos quais o Estado diz aos seus cidadãos quais são seus privilégios. Nossa Constituição é um documento pelo qual nós, o povo, dizemos ao governo aquilo que lhe é permitido fazer.
Nós, o povo, somos livres.
Espero ter, uma vez mais, recordado às pessoas que o homem não é livre a não ser que o governo seja limitado". Ronald Reagan
Quase todas as constituições do mundo são documentos nos quais o Estado diz aos seus cidadãos quais são seus privilégios. Nossa Constituição é um documento pelo qual nós, o povo, dizemos ao governo aquilo que lhe é permitido fazer.
Nós, o povo, somos livres.
Espero ter, uma vez mais, recordado às pessoas que o homem não é livre a não ser que o governo seja limitado". Ronald Reagan
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