Decidi "documentar" uma conversa entre dois amigos a respeito da Intervenção Militar. Acho que ela passa uma ideia do que está acontecendo entre os patriotas, cansados de lutar sozinhos, ante a indiferença do cidadão brasileiro.
E aí vamos à luta? Para rua povo! Intervenção já !
Não creio mais. 98% dos brasileiros não se importam.
Pior: os 7% de petralhas/comunistas sim.
Nossos, 2%.
O resto podem concordar conosco, mas não se envolvem.
Eu tbm estou descrente
E já faz tempo
Lembra? A maior manifestação patriota teve 2 milhões, 1% da população.
Um general me procurou,pedindo para não atiçar o povo
Pra deixa,-los quietos
Me deu medo
Eles sabem o que vai acontecer se tentarem. Não são bobos.
Verdade
Ainda me disse pra ficar tranquilo, que não é nada pessoal
Mas fiquei receoso
Eles tem maioria entre os jovens. Tomaram as escolas e ninguém impediu.
Sim,eu sei
Tudo dominado
Aqui no RJ,estamos em guerra e feia
Meu neto me excluiu.
Não disse nada, não perguntei.
Mas sei porque.
Nossa,a que ponto chegamos
A minha neta tem 16 anos e falou,
Vô cai na real
É isso. Eles foram doutrinados e nos acham retrógrados e ultrapassados.
E disse milico não tá com nada e esse golpista, (Temer) vai cair do cavalo
Fico até bobo de ver o alto grau de doutrinação
Nem vem mais aqui
É isso.
Para eles lula e dilma não são investigados por crimes de corrupção. São injustiçados.
São Deuses, eu acho
E a doutrinação foi tão bem feita que não percebem que Temer também é comunista e que o impedimento foi uma farsa.
O projeto continua.
Claro que foi farsa
Até o golpe na Turquia foi farsa
domingo, 17 de julho de 2016
A traição comunista
Que os comunistas são capazes das mais sórdidas medidas para atingir seus objetivos não é novidade para ninguém que conhece a história.
O ocorrido na Turquia esta semana é mais um exemplo. Abaixo, um texto que recebi in box:
"NÃO DEU CERTO PORQUE FOI PLANEJADO PARA NÃO DAR!
'GOLPE' MILITAR NA TURQUIA.
Meu Deus.... Não havia altos comandos na intervenção... Não havia controle sobre as forças auxiliares... Usaram os oficiais de menor escalão e apenas 5 generais contrários ao governo para fazer a intervenção (na verdade, foram encorajados a fazer isso, por dentro da Força). Mas, estava tudo planejado para que a intervenção fracassasse, DE PROPÓSITO E (POR TRÁS DOS PANOS, regado a MANIPULAÇÃO E TRAIÇÕES) A MANDO DO PRÓPRIO DITADOR MUÇULMANO PRESIDENTE DA TURQUIA! Tudo para tomar o poder definitivamente e matar aqueles militares e juízes da alta corte que eram contra à conversão da Turquia em mais um califado. TRAIÇÃO BOLADA PELO PRÓPRIO PRESIDENTE! Por isso, 'coincidentemente' ele estava 'viajando'...
Haveria, por trás disso tudo, os dedos de Putin.
Primeiro, porque o presidente turco e Putin têm muito em comum, como a profunda preferência por governar ditatorialmente. Na Síria, por exemplo, (graças ao fracasso de Obama) Vladimir Putin está vencendo com seu aliado Bashar Al Assad e, em pouco tempo, acabou com mais de 50 anos de dinâmica ocidental americana que balanceavam satisfatoriamente o poder no Oriente Médio. O ditador muçulmano turco sabe que, muito provavelmente, tudo o que acontecer a seguir na região vai ser nos termos da Rússia.
Segundo, porque interessa à Rússia DESENCORAJAR intervenções militares pelo mundo, especialmente onde o comunismo esteja instalado, e/ou em processo de estar, definitivamente.
Erdogan é um ditador que - desconfia-se - venceu fraudulentamente as últimas eleições, já que está no poder DESDE 2003! Implementou leis muçulmanas no país, transformou dezenas de igrejas católicas em museus e mesquitas, censurou e interferiu na liberdade de imprensa, proibiu turcos de sair do país, além de patrocinar um 'pequeno' genocídio de curdos.
Quem foi às ruas apoiar o presidente contra a intervenção? O povo? NÃO!!!! O povo até ensaiou uma comemoração com a intervenção. Quem apoia o presidente são membros da IRMANDADE MUÇULMANA! É com e para esta gente que Erdogan governa, COM MÃOS DE FERRO E EM BUSCA DO CALIFADO 'MODERNO'.
E quem rendeu os militares rebelados e traídos FORAM AS FORÇAS POLICIAIS (que apoiam o governo). O restante das Forças Armadas não cooperou. De certo, participaram do 'golpe' interno contra os próprios 'colegas' que não apoiavam o califado."
Alguém, também pelo in box, enviou-me um texto que sugere a Intervenção Militar no Brasil com oficiais de baixa patente.
Será que não é isso que os comunistas desejam?
Espero estar enganado, mas acho que passou da hora.
Lá como cá, doutrinação nas escolas, eleições fraudulentas, mentiras, traições e elevadíssimos níveis de corrupção, aproximação com a Rússia... Alguém acredita em coincidência?
O ocorrido na Turquia esta semana é mais um exemplo. Abaixo, um texto que recebi in box:
"NÃO DEU CERTO PORQUE FOI PLANEJADO PARA NÃO DAR!
'GOLPE' MILITAR NA TURQUIA.
Meu Deus.... Não havia altos comandos na intervenção... Não havia controle sobre as forças auxiliares... Usaram os oficiais de menor escalão e apenas 5 generais contrários ao governo para fazer a intervenção (na verdade, foram encorajados a fazer isso, por dentro da Força). Mas, estava tudo planejado para que a intervenção fracassasse, DE PROPÓSITO E (POR TRÁS DOS PANOS, regado a MANIPULAÇÃO E TRAIÇÕES) A MANDO DO PRÓPRIO DITADOR MUÇULMANO PRESIDENTE DA TURQUIA! Tudo para tomar o poder definitivamente e matar aqueles militares e juízes da alta corte que eram contra à conversão da Turquia em mais um califado. TRAIÇÃO BOLADA PELO PRÓPRIO PRESIDENTE! Por isso, 'coincidentemente' ele estava 'viajando'...
Haveria, por trás disso tudo, os dedos de Putin.
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| Povo turco comemora intervenção. Cidadão exibe capa de jornal anti comunista |
Primeiro, porque o presidente turco e Putin têm muito em comum, como a profunda preferência por governar ditatorialmente. Na Síria, por exemplo, (graças ao fracasso de Obama) Vladimir Putin está vencendo com seu aliado Bashar Al Assad e, em pouco tempo, acabou com mais de 50 anos de dinâmica ocidental americana que balanceavam satisfatoriamente o poder no Oriente Médio. O ditador muçulmano turco sabe que, muito provavelmente, tudo o que acontecer a seguir na região vai ser nos termos da Rússia.
Segundo, porque interessa à Rússia DESENCORAJAR intervenções militares pelo mundo, especialmente onde o comunismo esteja instalado, e/ou em processo de estar, definitivamente.
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| Manifestação do partido comunista turco |
Erdogan é um ditador que - desconfia-se - venceu fraudulentamente as últimas eleições, já que está no poder DESDE 2003! Implementou leis muçulmanas no país, transformou dezenas de igrejas católicas em museus e mesquitas, censurou e interferiu na liberdade de imprensa, proibiu turcos de sair do país, além de patrocinar um 'pequeno' genocídio de curdos.
Quem foi às ruas apoiar o presidente contra a intervenção? O povo? NÃO!!!! O povo até ensaiou uma comemoração com a intervenção. Quem apoia o presidente são membros da IRMANDADE MUÇULMANA! É com e para esta gente que Erdogan governa, COM MÃOS DE FERRO E EM BUSCA DO CALIFADO 'MODERNO'.
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| Polícia fiel ao governo turco ataca o povo que comemorava a intervenção |
E quem rendeu os militares rebelados e traídos FORAM AS FORÇAS POLICIAIS (que apoiam o governo). O restante das Forças Armadas não cooperou. De certo, participaram do 'golpe' interno contra os próprios 'colegas' que não apoiavam o califado."
Alguém, também pelo in box, enviou-me um texto que sugere a Intervenção Militar no Brasil com oficiais de baixa patente.
Será que não é isso que os comunistas desejam?
Espero estar enganado, mas acho que passou da hora.
Lá como cá, doutrinação nas escolas, eleições fraudulentas, mentiras, traições e elevadíssimos níveis de corrupção, aproximação com a Rússia... Alguém acredita em coincidência?
domingo, 10 de julho de 2016
Intervenção Militar - Porque não acontece?
Porque a Intervenção Militar, tão solicitada nas redes sociais não acontece?
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
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| Arena, Porto Alegre |
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
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| UFRJ |
Intervenção Militar - Porque não acontece?
Porque a Intervenção Militar, tão solicitada nas redes sociais não acontece?
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
Vamos por etapas:
1) As forças Armadas "não podem" dar um golpe! Ponto.
2) Uma intervenção requer "solicitação" de um dos Poderes ou do povo.
3) Houve solicitação? Não!
4) Olhemos a maior manifestação ocorrida no país: pouco mais de dois milhões de pessoas (1% da população); a maioria solicitando o afastamento da presidente, ou seja, deixa tudo como está. Só troquem a mobília de lugar.
5) Os intervencionistas representam pouco mais de 0,5% da população.
Frequentemente surgem comparações com a Venezuela. Comparações inválidas. Vejamos porque:
1) Em 2002 houve Intervenção Militar na Venezuela, executada pelas Forças Armadas apoiadas pela polícia Metropolitana, empresários e parte "significativa" da população contrárias a expansão comunista.
2) O novo governo, do presidente Pedro Carmona, foi reconhecido pelos Estados Unidos e a Espanha.
3) A imprensa livre "toda" apoiou o novo governo.
4) Porém, generais comunistas fieis a Chavez, uniram-se à Guarda Bolivariana para reagir.
5) A maioria da população, beneficiária dos "programas sociais" (bolsa família de lá), sindicatos e "outras organizações" montadas por Chavez (equivalentes de MST, MTST, etc), foram às ruas protestar e (é claro) promover vandalismo.
6) Percebendo a iminente guerra civil (parte final do projeto comunista) os militares recuaram e devolveram Chavez ao poder.
7) Com poderes absolutos este sentiu-se a vontade para perpetuar perseguições. Emissoras de rádio e TV passaram ao controle do governo, empresários (muitos conseguiram) deixaram o país e os generais foram substituídos (ignorando a carreira) por gente fiel ao ditador.
Concluindo: horas depois da Intervenção a filha de Chavez ligou para Fidel Castro pedindo ajuda.
Aqui, o povo (esmagadora maioria) não está interessado em mudar o sistema.
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| Arena, Porto Alegre |
A mídia apóia o governo. A Dilma caiu por incompetência e não foi deposta pela oposição mas pelos seus pares. Só ela não entendeu.
O projeto comunista continua calmamente. Temos que admitir que aqui, diferentemente da Venezuela, há inteligência na implantação do processo. A maioria ainda não percebeu. Lá houve truculência que provocou reações.
Tem-se como fato que as universidades produzem a elite. E elas são, quase totalmente (90% ou mais) comunistas. É questão de tempo.
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