domingo, 27 de dezembro de 2015

Como um PARADIGMA pode prejudicar sua vida

O que é um Paradigma?

Paradigma é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo.


O conceito originalmente era específico da gramática, em 1900 o Merriam-Webster definia o seu uso apenas nesse contexto, ou da retórica para se referir a uma parábola ou uma fábula. Em lingüísticaFerdinand de Saussure (1857 - 1913), utiliza o termo paradigma para se referir a um tipo específicio de relação estrutural entre elementos da linguagem.
Thomas Kuhn

Thomas Kuhn (1922-1996) , físico célebre por suas contribuições à história e filosofia da ciência em especial do processo que leva à evolução do desenvolvimento científico, designou como paradigmáticas as realizações científicas que geram modelos que, por períodos mais ou menos longos e de modo mais ou menos explícito, orientam o desenvolvimento posterior das pesquisas exclusivamente na busca da solução para os problemas por elas suscitados.
Em seu livro a Estrutura das Revoluções Científicas [1] apresenta a concepção de que "um paradigma, é aquilo que os membros de uma comunidade partilham e, inversamente, uma comunidade científica consiste em pessoas que partilham um paradigma",e define "o estudo dos paradigmas como o que prepara basicamente o estudante para ser membro da comunidade científica na qual atuará mais tarde".
Segundo Kuhn (1978, p. 60), uma comunidade científica consiste em homens que partilham um paradigma e esta "[...] ao adquirir um paradigma, adquire igualmente um critério para a escolha de problemas que, enquanto o paradigma for aceito, poderemos considerar como dotados de uma solução possível".
Uma investigação atinente à comunidade científica "de uma determinada especialidade, num determinado momento, revela um conjunto de ilustrações recorrentes e quase padronizadas de diferentes teorias nas suas aplicações conceituais, instrumentais e na observação". Tais ilustrações são "os paradigmas da comunidade, revelados nos seus manuais, conferências e exercícios de laboratórios". [5] [6]
Ao longo da história pesquisas e observações são realizadas e muitas vezes como se observa, não se adequam,produzem contradições, ao paradigma vigente e dão origem a um novo. O novo paradigma se forma quando a comunidade científica renuncia simultaneamente à maioria dos livros e artigos que corporificam o antigo, deixando de considerá-los como objeto adequado ao escrutínio científico.
Na Filosofia gregaparadigma era considerado a fluência (fluxo) de um pensamento, pois através de vários pensamentos do mesmo assunto é que se concluía a ideia, seja ela intelectual ou material. Após a realização dessa ideia surgiam outras ideias, até que se chegasse a uma conclusão final ou o seu caminho desde a intuição, à representação sensível até a representação intelectual. Pensar que a ideia inicial, é tanto intelectual como factual, pois não conta com a inspiração e os diversos fluxos de pensamento.
O pensamento por sua vez é um componente da alma. Para Aristóteles as faculdades da alma são: a faculdade nutritiva, a faculdade sensitiva e a faculdade intelectiva.
Alma intelectiva (intelecto). Dessa faculdade intelectiva, somente o homem é dotado, pois somente ele tem a capacidade de conhecer. Aristóteles, quanto a isso, escreve na sua obra Metafísica: "Todos os homens, por natureza, desejam conhecer". Para Aristóteles "há na sensação algo de conhecimento de tal modo que se pode dizer que a apreensão sensível tem algo de intelectual".
Aristóteles

Na tradição aristotélico-tomista, distingue-se o "Intelecto ativo" a faculdade cognitiva pela qual as impressões recebidas pelos sentidos se tornam inteligíveis, capazes de ser apropriadas ao intelecto passivo do "intelecto passivo" onde são plenamente conhecidas. Resumindo, paradigma são referências a serem seguidas, em Platão, é clara a ideia de modelo. (Wikipédia)

Como um excepcional vendedor americano deixava de ganhar dinheiro "travado" por um paradigma. Assista o vídeo:



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O que é o Perdão? Vale a pena perdoar?

O perdão pressupõe uma transformação moral tanto do agressor como de quem foi agredido. Para haver perdão é preciso, de um lado, arrependimento sincero e, do outro, disposição para apagar os ressentimentos.

Esse é um processo complexo. Como saber, por exemplo, se o remorso demonstrado é verdadeiro ou apenas um gesto dissimulado?

"Para as ofensas, a maior arma é o esquecimento. É no esquecimento que se igualam vingança e perdão". - Jorge Luis Borges, escritor argentino
Jorge Luis Borges

"Assumir um erro, repudiá-lo e demonstrar arrependimento, pelo agressor, e ser capaz de afastar a sensação de injustiça causada por uma ofensa, pelo outro - eis a equação de uma das atitudes morais mais nobres e emocionalmente complexas já criadas pela civilização ocidental". - Ana Cláudia Fonseca, jornalista

No livro Before Forgiveness - The Origins of a Moral Idea (Antes do Perdão - As Origens de uma Ideia Moral), o filósofo David Konstan, diz que a fórmula acima não existia nem na Antiguidade clássica nem no início do cristianismo.
David Konstan

Os gregos e os romanos não assumiam a culpa por seus erros, sempre atribuído ao capricho dos deuses.

A filosofia Budista, com mais de 2.400 anos, repudia os conceitos de pecado e culpa. A raiva e o ressentimento são ilusões, que devem ser dissipadas através da meditação.

No segundo livro de Retórica, uma extensa análise das emoções humanas, o filósofo Aristóteles avalia a raiva e o seu oposto, o apaziguamento. O pensador sugere várias maneiras de apaziguar uma pessoa irada. Uma delas é mostrando arrependimento: "As pessoas sentem-se mais dispostas diante de quem não as enfrenta". Em nenhum momento, no entanto, ele sugere a necessidade de uma mudança de atitude do agressor.

O sentido atual do perdão surgiu da revolução do pensamento ético liderada pelo filósofo alemão Immanuel Kant. 
Immanuel Kant

Ele insistia na autonomia moral do homem em relação às crenças. Isso criou a condição para um entendimento secular de perdão entre as pessoas, no qual o remorso e a mudança interior do agressor deveriam ser julgados não por Deus, mas pela pessoa ofendida, que faria o esforço quase sobre-humano de ver o outro como alguém merecedor do perdão.

O filósofo americano Charles Griswold estabelece três passos básicos para obter perdão.
Charles Griswold

Primeiro, deve-se assumir a responsabilidade pelo erro.
Segundo, é preciso repudiar claramente esse erro, mostrando que não se pretende repeti-lo.
Terceiro, deve-se exprimir o arrependimento pela dor causada ao próximo.

Reconhecer os erros! Essa é a chave para ofendidos e ofensores afastarem as angústias causadas pelos problemas do passado.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Energia: Nunca durma com alguém que você não gostaria de ser

"Nunca durma com alguém que você não gostaria de ser!"

Prestem atenção com quem você compartilha sua energia íntima.

A intimidade, a este nível, entrelaça sua energia com a energia da outra pessoa.
Essas conexões poderosas, independentemente de quão insignificante você acha que elas sejam, deixam detritos espirituais, particularmente nas pessoas que não praticam qualquer tipo de limpeza física, emocional ou de outra forma.

Quanto mais você interagir intimamente com alguém, mais profunda será sua ligação e mais suas auras se entrelaçarão.

Imagine a aura confusa de alguém que dorme com várias pessoas e absorve estas múltiplas energias? 

O que elas podem não perceber é que há energias que conseguem repelir a energia positiva e atrair, assim, energia negativa em sua vida.

Esperança (de liberdade) perdida?

Paulo Martins acha que está tudo perdido e aconselha (quem pode) deixar o Brasil. Será?

Vamos aos fatos:

Congresso: em grande parte "alugado" ao poder executivo desde a década passada.

STF: 9 dos 11 ministros nomeados pelo PT.

FFAA:  ???

Há quem diga que não tem ligação com os comunistas. Há quem diga que boa parte da tropa foi doutrinada. Fato: não temos como saber a verdade.

Povo: uma numerosa classe média contrária a implantação de um sistema que nunca deu certo e é causador de miséria e desgraças.
Uma minoria, beneficiada, alinhada ao "partido", disposta a tudo para defendê-lo. E uma grande maioria que não sabe, não quer saber, e prefere ignorar os problemas esperando que outros os resolvam e lhes tragam os resultados prontos e, de preferência, laboriosamente embalados.

Assistam o vídeo. Vale a pena ouvir o Paulo.
video

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O Câncer está com os dias contados?

      8.000 UI 

de vitamina D por dia são necessárias para elevar os níveis sanguíneos do “milagroso” nutriente anti-câncer, diz pesquisa inovadora!


O reinado da censura e da repressão contra a vitamina D está chegando ao fim.
Um estudo publicado na revista Anticancer Research estabelece uma verdade simples, poderosa sobre a vitamina D:
Um adulto típico precisa de 4.000 a 8.000 UI de vitamina D por dia para prevenir o câncer, esclerose múltipla e diabetes tipo-1.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade da Califórnia, Escola de Medicina de San Diego e da Escola Universitária de Medicina Creighton em Omaha. É uma pesquisa inovadora pois estabelece a relação entre a dosagem de vitamina D e os níveis sanguíneos circulantes.

É uma informação crucial para a revolução dos cuidados de saúde que será necessária para salvar estados e nações da falência total da saúde nos próximos anos. A vitamina D passa a ser uma das formas mais simples, mais seguras e mais acessíveis para prevenir as doenças degenerativas e reduzir drasticamente os custos a longo prazo dos cuidados de saúde.

“Verificou-se que a ingestão diária de vitamina D por adultos na faixa de 4.000 a 8.000 UI [unidades internacionais] são necessárias para manter os níveis sanguíneos de metabólitos da vitamina D no intervalo necessário para reduzir em cerca de metade o risco de diversas doenças – câncer de mama,  câncer de cólon, esclerose múltipla e diabetes tipo 1”, disse o Dr. Cedric Garland. (http://health.ucsd.edu/news/2011/02-22-vitamin-D-cancer-risk.htm).


Dr. Garland é professor de medicina preventiva e da família na UC San Diego Moores Cancer Center. Ele prosseguiu dizendo:
“Fiquei surpreso ao descobrir que as doses necessárias para manter o status da vitamina D para a prevenção de doenças eram tão altas – Muito maiores do que a ingestão mínima de vitamina D de 400 UI/dia o que era necessária para derrotar o raquitismo no século 20.”
Este estudo envolveu mais de 3.000 voluntários que tomavam suplementos de vitamina D. Pesquisadores extraíram deles amostras de sangue, a fim de determinar os níveis de 25-vitamina D (a forma mais comum de circulação no sangue).
Os resultados foram chocantes até para os autores do estudo, revelando que 90 por cento dos pesquisados ​​tinham deficiência de vitamina D, estando abaixo da faixa de 40 a 60 ng/ml atualmente considerada saudável. (A maioria dos especialistas, nutricionalmente reconhecidos no mundo da saúde natural, recomenda faixas superiores de 60 a 70 ng/ml, na verdade).

Vantagens da vitamina D

1) A vitamina D é gratuíta (você pode obtê-la a partir do sol, sem receita médica).
2) Vitamina D previne mais de uma dúzia de doenças e condições de saúde (osteoporose, câncer, diabetes, EM e outras).
3) A vitamina D é extremamente segura, mesmo quando tomada em forma de suplemento, porque é uma vitamina/hormônio natural que o corpo reconhece.

Destaques do estudo

O resumo que se segue é extraído a partir dos resultados do estudo, disponíveis em:http://www.grassrootshealth.net/garland02-11
• O estudo examinou 3.667 pessoas e seus hábitos de ingestão de vitamina D.
• A ingestão de vitamina D de 10.000 UI/dia não apresentou nenhuma toxicidade.
• Para aqueles severamente deficientes em vitamina D, cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou num aumento de 10 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.
• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 30 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um  aumento de 8 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.
• Para aqueles com níveis sanguíneos existentes acima de 50 ng/ml, a cada aumento de 1.000 UI/dia de suplemento resultou em um aumento de 5 ng/ml nos níveis sanguíneos de vitamina D.
• Em outras palavras, a suplementação de vitamina D tem uma curva de rendimentos decrescentes. Aqueles com atuais níveis elevados de vitamina D não experimentam o máximo benefício dos suplementos de vitamina D como aqueles com níveis baixos (que são aproximadamente 90% da população).
• A vitamina D é notavelmente segura! A partir da conclusão do estudo:
“A ingestão universal de até 40.000 UI de vitamina D por dia é improvável que resulte em toxicidade de vitamina D”.
Sim, é isso 40.000 UI por dia.
Fonte: vitaminadbrasil.org

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O Brasil caiu no ranking global do IDH

O Brasil caiu no ranking global do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em 2014, quando a estagnação da economia levou a uma retração da renda (imaginem agora).

De um total de 180 países avaliados, o Brasil ficou na 75ª colocação. Foi superado (acredite!) pelo Sri Lanka!



Apuração feita por uma equipe do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o IDH reúne indicadores de expectativa de voda ao nascer, escolaridade e renda per capita. Quanto mais próximo de 1, melhor o desenvolvimento.

Os piores colocados são países "socialistas" ou muçulmanos.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Tomar água no banho?

Esta publicação nasce de um comentário despretencioso:

minha neta disse que "toma água durante o banho"! 

Conversei com outras crianças e descobri que a maioria faz 

isso, geralmente brincando.

Alguns adultos acham que não tem problema, "nada 

demais", afinal a água do chuveiro é a mesma da torneira.

E é.

Mas olhem a imagem... É da resistência de um (bom) chuveiro Lorenzetti.
Resistência de um chuveiro Lorenzetti com pouco uso

Não "queimou", não houve curto-circuito nem outro 
problema com o chuveiro.

Deteriorou-se em consequência do acúmulo de "sujeira" da água.


Esta "aguentou" 6 meses. Muitas não chegam nesse tempo.

Mostre isso para suas crianças. É necessário "fechar os olhos e a boca" durante o banho.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Microcefalia, Zika e incompetência... Faça sua escolha...

Há denúncias de profissionais da saúde sobre um lote da vacina anti rubéola aplicada no Nordeste, que estaria vencido. Esta seria a causa de microcefalia na região. Publicação de um destes profissionais no Facebook e YouTube:

"Essa história de microcefalia causada pela zika é tudo mentira do governo ! Eles estão com medo de indenizar todas as famílias que foram afetadas, estão tentado esconder que tudo foi causado por um lote de vacina vencida mandada pela secretaria de saúde, a mesma já mandou recolher todos os lotes para eliminar provas. Agora me digam: pq o foco foi no nordeste se esse problema de dengue e zika é no Brasil inteiro??? Porque é no nordeste que se concentra a pior saúde pública, e prestem atenção que só mulheres pobres , dependentes de posto de saúde que tiverem bebês afetados.Agora reflita na África ! A zika existe a dezenas de anos e lá os casos de microcefalia não são associados com a doença, e aí? Precisamos refletir sobre isso...
Foi realizada Uma campanha de VACINAÇÃO CONTRA Rubéola há 9 meses atrás no nordeste e para as pessoas que iriam viajar pra lá....Rubéola é a doença que causa a microcefalia ! E essa vacina foi dada em todas mulheres no período fértil, sendo que grávidas não podem tomá-la. Ironicamente, os bebês estão nascendo só agora.. Com problema..."
https://www.youtube.com/watch?v=pGB7JOMei1U&feature=share


video

Há problemas sérios em diversos lugares, inclusive aqui no Sul.

Disse uma médica:



"Não tem mais penicilina nas emergências,
e falta bcg para tuberculose".

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Reação à bandidagem

No editorial da revista Isto É um pouco do que sente cada brasileiro não envolvido com a petralhada:

O grau de perplexidade que toma conta dos brasileiros só aumenta. Como é possível conceber a ideia de um senador da República, líder do Governo, destacado quadro do PT, em pleno exercício do mandato, articular a fuga de um delator de escândalos? E ainda garantir financiamento através de um banqueiro? Não foi através de intermediários. Ele - em pessoa! - negociou. Propôs alternativas de rota. Arrotou influência, inclusive no Supremo Tribunal, e falou do interesse do Governo no caso. Cada passo gravado e documentado. E o que dizer de um presidente da Câmara, denunciado por enriquecimento ilícito, tentando escolher quem pode conduzir o processo e como ele deve ser investigado por seus crimes? A mandatária não sabe quando e por que vários de seus assessores diretos se meteram em maracutaias escabrosas. Nem responde de maneira convincente a muitas das dúvidas de participação que lhe pesam sobre a cabeça, de financiamento ilegal em campanha, de crime de responsabilidade nas pedaladas fiscais entre outras. Seu mentor, e articulador do projeto de poder que por treze anos vem assaltando os cofres do País - fazendo “o diabo”! -, alega que as acusações a seus amigos, filhos, noras e agregados não passam de mera perseguição. Enquanto o chefe do Partido dos Trabalhadores, no afã de defender correligionários (muitos atrás das grades), aponta que eles são “guerreiros do povo” a serviço de missões partidárias, embora pegos em flagrante nas pilhagens que deram origem ao “mensalão” e ao “petrolão”. Parece piada. Lamentavelmente não é. O cinismo desse grupo ultrapassou as barreiras do aceitável. O tamanho da sujeira que espalham há anos parece não ter fim. É uma tentativa milimetricamente planejada de esculhambação geral da República. Surreal! Qualquer cidadão que guarde um mínimo de caráter, de noção do certo e errado – independente de opções partidárias – tem que se sentir ultrajado. Deve estar atento e não temer reagir. Como chegamos a esse ponto? Estão roubando nosso País a luz do dia! Roubando o futuro, os sonhos, as chances de dar certo, o dinheiro de cada um que contribui, enquanto afrontam a dignidade nacional. Pergunta elementar: onde estão os líderes para frear tamanho descalabro? O que foi feito dos homens públicos de bem, capazes da abnegação e luta a favor do interesse comum? Quem vai tomar para si a bandeira da faxina moral e liderar um basta? Apareçam aqueles que entraram na vida política por convicção de que poderiam ajudar o próximo, sem a velada ideia de se locupletar!

Hoje as esperanças dos brasileiros parecem residir nas instituições da Justiça, que funcionam plenamente e de maneira louvável. Respondem na letra da lei com a punição que a Carta Magna contempla e a sociedade almeja. Sem receios ou tergiversações. A frase da ministra do Supremo, Carmem Lúcia, diante das últimas revelações, foi lapidar do que vem pela frente. Disse a ministra, para que ninguém se esqueça: 

“Houve um momento em que a maioria de nós acreditou que a esperança tinha vencido o medo. Depois descobrimos que o cinismo tinha vencido a esperança. Agora o escárnio venceu o cinismo. Mas o crime não vencerá a justiça”. Fez claramente uma referência e uma resposta enfática ao já desacreditado slogan de “esperança” maquinado por Lula do PT. No mesmo tom, o ministro Celso de Mello alertou: 


“A captura do Estado e de instituições governamentais por organizações criminosas é um fato gravíssimo. É preciso esmagar, é preciso destruir com todo o peso da lei esses agentes criminosos”. Aqui está posta a reação. Que o Brasil nunca mais tenha de engolir calado tanta podridão, tantos políticos de má índole e agremiações partidárias que se transformaram em meras centrais de práticas ilícitas, com ideologias mafiosas e quadros especializados na arte da ladroagem e safadeza institucionalizada. Ano que vem, mais uma vez, ocorrerão eleições municipais, com a volta as urnas. Que o povo dê ali uma resposta consistente e consciente contra esses maus elementos. E que eles sejam varridos dos postos que ainda ocupam.


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Venezuela: lá, como cá, não tem DIREITA

Houve fraude na Venezuela? Sim!

Foram eleitos 120 deputados e esses foram transformados em 99...
Porque?

O número é simbólico (menos de 100) e dá menos poderes ao Congresso Venezuelano. Com 120 deputados era possível até mudar a constituição e depor Maduro. Simples...

Mas... Quem venceu a eleição?

Você sabe o que é MUD? A Mesa de Unidade Democrática, vencedora das eleições venezuelanas?

Trata-se de uma coligação de "oposição" (como o é o PSDB aqui) formada por três partidos grandes e alguns "nanicos" ligados aos sindicatos:
São eles o Vanguarda Popular",  o "Vontade Popular" e o "Novo Tempo"...





E o que eles tem em comum? São, todos eles, membros da INTERNACIONAL SOCIALISTA !!!

Não gostei quando li, pela primeira vez, que "o povo tem os políticos que merece"... Mas olhando para a Venezuela e o Brasil...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

As mulheres e o socialismo chinês

Na China é permitido à mulher ter somente um filho; 

dois, só com autorização especial do governo.


Se desobedecer...

Agentes da planificação oficial prendem Zhong Xuexiang para forçá-la a abortar


O desequilíbrio demográfico “promove de maneira poderosa a trata de mulheres e a escravidão sexual” na China e nos países socialistas do sudeste da Ásia.

O Departamento de Estado dos EUA reconhece que o dirigismo socialista na China produz “o índice mais alto de suicídio feminino do mundo, aproximadamente 590 mulheres por dia”.

Em 2013 a presidente de Direitos da Mulher sem Fronteiras, Reggie Littlejohn, denunciou que “alguns abortos forçados são tão violentos que morrem as próprias mães (…) junto com seus bebês”, e que as esterilizações forçadas “causam complicações de saúde para o resto da vida”.

Littlejohn diz que a política oficial marxista induz o aborto seletivo por sexo e o resultado é que “por volta de 37 milhões de homens chineses nunca poderão se casar, porque suas eventuais futuras esposas foram eliminadas de forma seletiva”.

Mãe forçada a abortar observa horrorizada os restos de seu filho


O governo da China comunista informou por meio do jornal oficial Diário do Povo que todo ano pratica 13 milhões de abortos. Desses, 62% são feitos em mulheres com idade entre 20 e 29 anos.

Os dados são do Centro de Investigação de Tecnologia da Comissão Nacional de Planificação Familiar e da Saúde.

Qi Rongyi, médico chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia num hospital de Tianjin, disse que na realidade “o número de abortos pode ser muito maior”, pois “as estatísticas não incluem os abortos realizados em clínicas não oficiais”.

É isso que os socialistas brasileiros estão tentando

aplicar aqui?





terça-feira, 24 de novembro de 2015

Colatina, ES... Um encanto de lugar... Não tem água

Recebi pelo in box de uma amiga do Espírito Santo:

"Valmor:  Colatina  é uma  cidade  super quente,  quase não  venta,  tenho  familiares  lá,  você  acredita  que  estão  mandando para as  casas água do Rio Doce, como eles   são  supermercadistas  não podem  abandonar,  está  difícil.
Colatina, Espírito Santo, Brasil

Verdade, eles estão pegando água  em uma  bica de  uma  nascente próxima, mas não dá  conta.

Ofereci  minha  casa, mas  eles não podem  vir, bom não sei até quando vão aguentar.


As praias  aqui onde eu moro já tem peixes mortos".

Pelas notícias que circulam na Internet, entre culpados e punidos, todos vão se "safar". Só o povo, entre o poder e o precipício, não tem como escapar.



Quem é Lula?

Quem Lula realmente é? A melhor definição que encontrei foi dada pelo mestre Olavo. Confira:


Texto de Olavo de Carvalho

A direita jamais conseguiu derrotá-lo porque jamais conseguiu compreendê-lo. E não conseguiu compreendê-lo porque insistia em descrevê-lo com os chavões jornalísticos do dia, em vez de medi-lo na escala maior da História.

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva leva uma vida invejavelmente rica e apaixonante, mas num ponto ele tem razão de se queixar: é o homem mais incompreendido do Brasil. Nunca um personagem foi tão falado, comentado, analisado, louvado e achincalhado sem critério nem senso de observação, sem comparações objetivas nem conceitos descritivos apropriados. Cada um exerce ferozmente, a respeito dele, a paixão humana de juntar palavras no vazio para obter, da contemplação da mera ordem gramatical, a sensação voluptuosa de ter dito algo de importante.

Das muitas teorias que circularam sobre o personagem, talvez a mais imbecil seja aquela que o considerava um imbecil. Eu mesmo, confesso, me senti de início tentado a julgá-lo um incapaz, um trapalhão de comédia da Atlântida. Como tantos outros, fui levado a isso pela impressão da sua aparência entre desleixada e grotesca, da sua retórica populista, das suas hediondas metáforas futebolísticas, da sua dislalia renitente que trocava os “ss” por “ff”.

Mas nenhum homem pode ser julgado pela falta de qualidades que nunca lhe interessaram. É preciso medi-lo pelo que ele tentou fazer e pelos resultados que obteve. E o fato é que, após um começo difícil, Lula veio caminhando de vitória em vitória, desnorteando os adversários, articulando com mão de mestre os grupos mais heterogêneos e os interesses mais incompatíveis, até concentrar nas suas mãos mais poder que qualquer dos governantes que o antecederam, reduzindo a pó as oposições e transformando o Estado inteiro numa máquina dócil aos seus interesses partidários. Isso ele quis fazer, e fez. Isso foi o objetivo da sua vida, e foi exemplarmente realizado. A seus inteligentíssimos e refinadíssimos desafetos só restou, como prêmio de consolação, a pose de desprezo fingido, camuflagem do ódio impotente.

Como seria possível um tolo grosseirão ter uma carreira tão espetacular? A impressão visual era, sem dúvida, enganosa. Se comparassem o homem com personagens reais, em vez de modelos de perfeição estereotipados, perguntariam: Afinal, que encantos físicos ou indumentários possuía Josef Stálin? Que grandes tesouros de cultura havia na cabeça de Benito Mussolini? E qual é o problema com os “ss” e “ff”, se Lênin jamais conseguiu pronunciar o “r” russo e seus discursos soavam como fala infantil?

No mesmo intuito de depreciar o que não se consegue derrotar, mas indo um pouco além na presunção interpretativa, muitos liberais brasileiros, esses tipos sublimes, se viram levados a classificar Lula como “populista” porque lhes parecia inculto demais para ser comunista.

“Como falar em marxismo se Lula sequer leu uma página de Marx?”, perguntava o  indefectível Marco Antônio Villa, que não perde uma oportunidade de julgar o que não conhece (http://oglobo.globo.com/opiniao/o-pt-seu-projeto-de-poder-16057391).

A premissa embutida na pergunta é que o líder comunista tem de ser um intelectual, capaz de orientar-se nomare magnum de O Capital e dar lições eruditíssimas sobre as três leis da dialética materialista. Um tipo como Plekhanov ou Caio Prado Júnior.

Mas isso é a visão de um observador leigo. Dentro do movimento comunista, ao contrário, a condição de intelectual sempre foi um handicap, um sinal de alerta para o risco de hesitações pequeno-burguesas. Credencial infinitamente mais prezada do que isso era a origem proletária puro-sangue. Nos meios comunistas brasileiros, atulhados de intelectuais pequeno-burgueses, a chegada de um genuíno líder operário recém-importado diretamente do ABC foi uma lufada de ar fresco, uma festa e um anúncio de melhores dias.

Em contraste com o sr. Villa, quem estudou a história do comunismo deve lembrar-se da figura do general Fernando Flores Ibarra, um dos líderes máximos da Revolução Cubana, amigo íntimo e homem de confiança de Fidel Castro, além de responsável maior pela matança de opositores, o que lhe rendeu o gentil apelido de “Charco de Sangre”. Pois bem, Flores não entendia uma palavra de marxismo-leninismo, não conseguia sequer ler Marx e Engels e, rindo muito, até se gabava disso em público.

Se um exemplum in contrarium não basta para impugnar a validade de um modelo geral, cabe lembrar o papel essencial desempenhado, no movimento comunista da África do Sul, por hordas de trabalhadores recém-egressos do meio tribal, que um historiador descreveu como “incultos, mas possuidores de um elevado senso de solidariedade comunista” (A. B. Davidson, South Africa and the Communist International: Bolshevik Footsoldiers to Victims of Bolshevisation, 1931-1939, Psychology Press, 2003).

“Inculto, mas possuidor de um elevado senso de solidariedade comunista” é quase uma descrição literal do Lula. Foi ele quem, atravessando toda sorte de crises internas, conseguiu criar e salvar sempre a unidade do seu partido, depois a de um pool de partidos aliados sem afinidade ideológica nenhuma, por fim a da esquerda latino-americana inteira. Não há militante que, ouvindo-o dizer “Companheiros!” não se sinta incluído no grande abraço solidário de uma imensa comunidade combatente.

Um líder político não se julga pelo seu grau de cultura letrada, nem pelas suas convicções íntimas, que permanecem para sempre impenetráveis, mas pelas forças históricas reais que ele encarnou e às quais imprimiu indelevelmente a sua marca pessoal. Quando Barack Hussein Obama disse de Lula “Esse é o cara!”, ele sabia que estava diante da imagem suprema do comunismo latino-americano.

Após ouvir as ponderações de tarimbados comunistas alemães sobre o fracasso do socialismo chileno, Roberto Ampuero escreveu:

“Convenci-me então de que a esquerda chilena tinha sido guiada por políticos amadores e irresponsáveis, por marxistas de salão afetados de incontinência verbal, por ideólogos capazes de persuadir o seu país a dar um salto no vazio, por líderes incapazes de desenvolver um projeto viável e sustentável.”

O mesmíssimo diagnóstico aplica-se com perfeição ao governo João Goulart: bravatas, radicalismo verbal histérico, inabilidade de concentrar poder por meio de alianças e negociações – precisamente as falhas das quais não se pode acusar o sr. Lula.

A imagem que o sr. Villa e similares têm do comunista típico corresponde precisamente à daquilo que os comunistas de verdade chamam de “marxista de salão”.

Daí deriva um segundo erro monumental na imagem que pintam do sr. Lula. Poucas coisas neste mundo me irritam, mas uma delas é ouvir esquerdistas e direitistas – sempre unânimes na estupidez – dizerem que “Lula traiu seus  ideais”. Uns tentam, com esse artifício verbal, salvar a honra da esquerda, maculada pelo descrédito atual do líder. Os do outro lado nem percebem que os ajudam nisso ao medir o chefe do Mensalão na régua dos seus próprios valores proclamados, danando a reputação dele mas consagrando esses valores como medida absoluta das ações humanas e concedendo ao adversário uma vitória ideológica geral duradoura em troca de uma vantagem pontual momentânea.

Em ambos os casos, é puro fingimento histérico: uns e outros não raciocinam a partir dos fatos e da História, mas das impressões que desejam incutir na platéia, das quais, para maior verossimilhança do efeito, tratam primeiro de imbuir-se a si próprios. Não são analistas políticos, são marqueteiros, interessados apenas nos resultados imediatos, totalmente insensíveis aos fatores de longo prazo.

Para quem raciocina com base no estereótipo do “idealismo comunista” – uma autoprojeção do espírito pequeno-burguês que nada tem a ver com a realidade dos partidos comunistas --, parece lógico que, se um político de esquerda vai para cama com grandes capitalistas, comete adultério, macula a pureza dos seus “ideais”.

Na história real do movimento comunista, ao contrário, todo idealismo é considerado uma debilidade pequeno-burguesa, e a recusa de fazer alianças necessárias à concentração de poder um pecado mortal.
“Se você tem quatro inimigos – dizia Lênin --, alie-se com três contra o quarto, depois com dois contra o terceiro, depois com um contra o segundo.”

Quanto à intimidade com o grande capital, Stálin, nos anos 30, recomendava ao partido comunista dos EUA que deixasse de lado os proletários e tratasse de conquistar os corações e mentes dos ricos e importantes (V. Stephen Koch, Double Lives). Foi isso o que mais tarde garantiu à URSS o afluxo de dinheiro americano com que se construiu o parque industrial bélico soviético em tempo de reagir com sucesso à invasão alemã.

Concentrar poder por todos os meios possíveis e imagináveis, inclusive mediante alianças com o “inimigo de classe”, é a obrigação número um de todo líder comunista. O sucesso que Lula obteve por esse meio é indiscutível. E é preciso ser uma espécie de PhD em idiotice para medir o coeficiente de comunismo na mente de um político com a régua de um estereótipo moralista pequeno-burguês.

Mais idiota ainda é recusar-se a chamar um comunista de comunista enquanto ele não declarar que o é. Pois nada mais constante, na história do comunismo, do que a sua persistência em parecer outra coisa, em adornar-se com outros nomes: Front Popular, antifascismo, terceiromundismo, “não alinhados”, progressismo, trabalhismo, desenvolvimentismo, o diabo.

Porém o suprassumo da  cretinice é contestar a fidelidade de Lula ao comunismo mediante a alegação de que é um larápio, um corrupto. Qual grande líder comunista não o foi? Qual não viver como um nababo enquanto seu povo comia ratos? Qual partido comunista subiu ao poder sem propinas, sem desvio de dinheiro público, sem negócios escusos, sem roubo e chantagem?

Nada mais desprezível, nos meios comunistas, do que o moralismo pequeno-burguês que se apega às regras da decência formal em vez de seguir a moral marxista segundo a qual o bem é o que aumenta o poder do Partido, o mal o que o diminui. Corrupção? Ninguém expressou melhor a atitude comunista quanto a esse ponto do que o poeta oficial do Partido Comunista francês, Louis Aragon: “Corromperemos o Ocidente a tal ponto, que ele vai começar a feder.” Ninguém encarnou melhor esse propósito do que Luís Inácio Lula da Silva.

Pelo critério das ações objetivas, Lula entrará para a história como o grande salvador e unificador não só da esquerda brasileira, mas do movimento comunista latino-americano, que sem ele teria ido para a lata de lixo na década de 90, como bem observou o comando das Farc em mensagem enviada ao décimo-quinto aniversário do Foro de São Paulo.

Lula pode não entender grande coisa de economia marxista, mas em matéria de estratégia e tática foi o maior dos maiores, um autêntico mestre da duplicidade dialética. Chegou ao cume com uma habilidade impressionante, que o próprio Lênin aplaudiria, e cumpriu seu papel na transição revolucionária, instaurando a hegemonia, a concentração poder político e econômico e o aparelhamento do Estado. Quem, na América Latina inteira, conseguiu fazer mais?

Perto dele, Luís Carlos Prestes e Carlos Marighela foram apenas amadores trapalhões, especialistas em fracasso.

Comparem-no, até, com Fidel Castro. Após um começo espetacular, o ditador cubano, desde o fiasco da OLAS com suas guerrilhas, se encolheu à condição de reizinho de um povo faminto e esfarrapado. Esquecido do mundo, encalacrado na sua ilha, frustradas todas as suas ambições de revolução continental, teria morrido entre espasmos de revolta impotente se Lula não o salvasse do isolamento mediante a idéia genial do Foro de São Paulo, que realizou precisamente o que o generalíssimo jamais conseguiu: elevar ao poder os partidos comunistas e pró-comunistas nos principais países da América Latina.

Não é de estranhar que essa construção tão laboriosamente erigida começasse a desabar justamente no instante em que Lula se retirou da presidência da República, deixando no seu lugar uma trapalhona autêntica, e, debilitado pela velhice e pelas acusações de corrupção, desacelerou suas atividades no Foro de São Paulo para dedicar tempo integral à crise da esquerda local e aos seus próprios problemas com a Justiça. Sem ele, a esquerda latino-americana tem os dias contados. Todas as suas glórias foram obra dele, e sem ele vão para o beleléu.

De longe, e sob todos os aspectos, Lula foi o maior e mais eficiente líder comunista que a América Latina já conheceu – o criador e guru de Chávez, Maduro, Morales e tutti quanti, o articulador da estratégia unificada continental. A direita jamais conseguiu derrotá-lo porque jamais conseguiu compreendê-lo. E não conseguiu compreendê-lo porque insistia em descrevê-lo com os chavões jornalísticos do dia, em vez de medi-lo na escala maior da História.

Nesse sentido, Lula foi, de todas as figuras públicas do Brasil recente, a mais digna de respeito. Não pelas suas virtudes morais, que inexistem, mas pela sua “virtù” no sentido maquiavélico do termo: uma vontade de ferro aliada a uma flexibilidade estratégico-tática totalmente desprovida de escrúpulos e capaz, por isso mesmo, de dobrar a seu talante o curso da História, levando-a para onde bem deseja, ante os olhos atônitos de adversários sonsos que não conseguem nem mesmo descrever o que ele está fazendo.

Não somente em escala nacional, mas continental, o homem que nada sabia de marxismo conseguiu realizar o objetivo de Antonio Gramsci, elevando o seu partido às dimensões de “um poder onipresente e invisível como o de um imperativo categórico, de um mandamento divino”.

Ninguém, na política brasileira ou continental dos últimos quarenta anos, pode se ombrear com ele em envergadura, em capacidade de ação eficaz, em amplitude das ambições realizadas.

Os que empinam os narizinhos para depreciá-lo são como pulgas que criticam o cachorro que as transporta, sem saber para onde as leva.
Sim, ele merece respeito. No mínimo, é como num filme que vi há tempos, cujo título me escapa, no qual o líder local de uma aldeia mexicana era tão temido e respeitado que todos o chamavam de “El Mayor”. E só na intimidade, a uma distância segura dos ouvidos do tirano, ousavam declarar o nome por extenso: “El Mayor Hijo de Puta”.


Olavo de Carvalho é Jornalista e Filósofo. Originalmente Publicado no Diário do Comércio em 19 de novembro de 2015.

O ar está contaminado em Mariana, MG

A situação em Mariana é muito pior do que se imaginava. A contaminação atinge o ar!

A evaporação das águas do Rio Doce afetará áreas numa distância de até 10 km em cada lado do rio.

Alguns metais pesados identificados são: manganês (afeta o cérebro), mercúrio e outros menos tóxicos, ainda assim muito perigosos à saúde.

A poluição, segundo especialistas, não será eliminada antes de 10 anos.

A reversão do estrago só será possível em 50 anos. E vai custar caro. Quem vai pagar?

Confira no vídeo a opinião de um especialista:
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Servidores do Ministério da Justiça recebem um bom salário para ver filmes, novelas e jogar videogame

Um grupo de 24 servidores do Ministério da Justiça (MJ) tem um emprego dos sonhos para muita gente. Eles ganham cerca de R$ 7 mil por mês para assistirem filmes e novelas antes da estreia, além de jogar novos videogames.

Foto: Gabriel Luiz/G1

O objetivo do serviço é atribuir a classificação indicativa dos produtos – que sugere qual faixa etária deve ter acesso aos conteúdos –, o que deve ocorrer antes do lançamento oficial do produto. 

O sistema de classificação foi implantado há 25 anos. Segundo o MJ, qualquer tipo de produto é avaliado de acordo com os mesmos padrões, que buscam identificar pontos de sexo, nudez, violência ou uso de drogas no material.