Há décadas os socialistas dominam o ensino no Brasil. Até aqui, nenhuma novidade. Mas como introduziram a doutrina maldita sem encontrar reação?
"No Brasil, sobretudo a partir dos anos 1980, a teoria de aprendizagem que serviu de fundamento para a educação pública e, posteriormente, também para a privada foi o construtivismo, concebido por pedagogos como Lev Vygotsky e Paulo Freire." (Como educar seus filhos)
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Lev Vygovsky |
Quem foi Lev
Vygovsky? Foi um
professor de literatura interessado em psicologia, natural de
Bellarus, na época parte do Império Russo.
(Wikipédia)
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Paulo Freire |
E Paulo Freire? Brasileiro, de Recife, marxista, autor de "Pedagogia do Oprimido".
Não é necessário uma biografia completa desses dois para entender o que "ensinaram" às nossas crianças nas últimas décadas.
E construtivismo, o que é?
Há tantas
definições de construtivismo quantas são as cabeças dos construtivistas. É
praticamente impossível colocar-se de acordo sobre o que é o construtivismo em
educação ou em pedagogia, porque o próprio fundamento da abordagem
construtivista é flutuante e instável.
O construtivismo, um
termo guarda-chuva, pode abrigar qualquer coisa.
Que evidências temos
a respeito dos impactos educacionais e dos resultados de aprendizagem
produzidos por ações e práticas da abordagem construtivista?
Uma teoria
desenvolvida e experimentada pelo grande mestre de xadrez e psicólogo cognitivo Adriaan de Groot, buscando responder
quais são os mecanismos cognitivos postos em operação pelos grandes mestres ao
jogarem xadrez, lança uma luz sobre a questão:
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Adrianus_Dingeman_de_Groot |
Ele fez uma
experiência muito célebre: apresentou tabuleiros de xadrez com jogadas em
posições típicas, respeitando as regras do jogo. Mostrou então esses padrões de
posições de repetições a
experts e novatos. Depois de apresentá-los por alguns segundos, fez um teste
para ver se as pessoas se lembravam dos padrões que haviam visto. Como
resultado, ele obteve que, no caso da apresentação de padrões de posicionamento
das peças que respeitavam as regras, os experts participantes da experiência foram muito superiores em relembrar os
diversos quadros de posição apresentados, ao passo que os novatos falharam
rotundamente.
Posteriormente, de
Groot fez outra experiência em que mostrou padrões aleatórios de distribuição
das peças a experts e novatos, fazendo depois o teste da memória dos padrões apresentados.
Nesse segundo teste não houve diferença significativa.
Como interpretar os
resultados dos dois experimentos? Aprende-se melhor e se resolve melhor os problemas
quando se tem um padrão no qual encaixar os dados.
Portanto, antes de
desenvolvermos capacidades e habilidades, é importante acumularmos conhecimentos e informações e, pouco a pouco, encaixá-los nos padrões que vão se estruturando no
cérebro. Mas o construtivismo indica o caminho contrário ao pretender que a
“cultura” da criança modele seu desenvolvimento cognitivo e que ela faça
reflexões críticas antes mesmo de ter adquirido conhecimentos.
Todas as proposições
e equacionamentos elaborados pelo construtivismo – tal qual utilizado na
educação – fracassam teórica e praticamente ao tentar explicar o problema do
aprendizado.
Não
há nenhuma teoria experimentada e sólida que dê guarida às formulações
construtivistas.
O mais célebre
experimento prático em pedagogia foi realizado nos EUA como parte do projeto Follow Through, em que ficou cabalmente provado que abordagens, procedimentos e materiais de
ensino que seguem o equacionamento instrutivista geram mais aprendizado em
tempo menor e a um custo cognitivo menor do que as abordagens construtivistas. Isso está cabal e definitivamente demonstrado no campo empírico
com crianças reais, em salas de aulas reais, com professores reais.
Infelizmente, nossos
educadores não estão habituados a trabalhar com evidências científicas.
Fontes: Wikipédia e Como Educar seus Filhos (http://comoeducarseusfilhos.com.br/)